wonderland
Uma coisa é certa, desde que li o livro, perto dos 11 anos, comecei a ver as coisas de um modo completamente diferente. Não porque me deixei mergulhar na fantasia e ali moro até hoje (hehe), mas pela beleza da aceitação do impossível: nada é impossível, e o improvável é aceito sempre. Conceber ao pensamento a fantasia da imaginação. Acho que grande parte da minha escolha em ser designer vem disso: a minha capacidade de me permitir. E eu deixo que os outros aceitem, ou não, se quiserem, mas de mim sempre espero a liberdade, porque me conheço até certo ponto... O que é maravilhoso, já que posso esperar o inesperado às vezes ;)
Complicado? Nada.
Básico eu diria, como disse o Rei: "Begin at the beginning, and go on till you come to the end, then stop." e são assim que as coisas são... Escolha pelo lado vermelho ou azul, divertido ou chato, fácil ou difícil, esquerdo, direito e todas as mãos que o livre arbítrio te permite: mas vai. E é uma loucura, meio conversa de doido, porque mesmo parado, a gente chega em algum lugar.
Então como se explica a fantasia? Eu digo que não explico, porque explicar é definir, e o indefinido é o que conduz pela mão a possibilidade da diferença, do ilusório, do imaginário.
Ah, um dia de chuva em Porto Alegre! Alice chorou demais. Porque estava grande demais e não podia atravessar a porta. Seria irreal se não fosse tão real quanto estar se sentindo grande demais pra engolir um sorriso =)
À propósito, Feliz Desaniversário! xD

Ensaio da Code n'Roll no estpudio Believe ontem. Morremos de rir. =)